quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Pedra Alada

Mudo o fato a todo instante
Composta por dúvidas certas
Sou mero ser inconstante
Despercebida passo
Inconspícua(mente)
Desfazendo o caminho
Por onde estive contente
Se por aquele lado andei
E se ali sorri, parada
Do outro lado passei
Diante uma pedra calada
Lançada com força a pedra
Sigo o vôo livremente
Ela que quis ser estátua
Fugiu bantendo asas,
Delicadamente...

Débora Paixão

2 comentários:

Geraldo de Barros disse...

Deh, que lindo poema, parabéns!

Beijos

Paixão disse...

Obrigada Gê ..
tenho que aproveitar a fase! rs

Beijos