quinta-feira, 30 de junho de 2011

Foi o que era



















Era simples e absurdo
E todas as coisas
Fizeram-se belas
Eram belas todas as coisas
E simplesmente
Eram todas elas
Era tudo que não era
Foi logo na primavera
Foi-se tudo com o vento
Era o céu e o firmamento
Tão lindo e tão azul
Era o meu tempo cinzento
Todas as coisas eram
Todas as coisas foram
E não floriram meu jardim
Todas elas erraram
Enquanto caíam as folhas
Que o vento tirou de mim...

- Débora Paixão

7 comentários:

Igor Martins disse...

Nossa, a poesia praticamente pede que um violão a acompanhe... poderia eu tentar essa sorte?

Geraldo de Barros disse...

de tudo que era, ainda é belo ;)

Mateus Borba disse...

Realmente daria uma música linda.

As estações passam, até as mais belas.

Beijos.

Tamára Roots disse...

Concordo que daria uma linda música.
tua poesia é sempre muito boa.

Paixão disse...

Como eu queria ter dom para música!
Vocês falando assim, me tentam a me esforçar um pouco mais ...
Quem sabe um dia retomo minhas aulas e transformo em música algumas das coisas que estão aqui ...
Vontade não falta, só falta jeito para coisa mesmo rs

Beijos e obrigada pela companhia de sempre!

Robson Ojuarah disse...

gostei dos versos, parabens


se possível, visite meu blog

www.semente-terra.blogspot.com

Carol R. disse...

Hum... Vou postar uns poemas seus em meu blog, tah (: