terça-feira, 30 de agosto de 2011



Naquela noite eu fui ao seu encontro, pronta e despreparada. Era a união de todos os meus conflitos mais internos e mais extremos. Eu me sentia bem, por estar ao seu lado, e triste por pensar, por sentir, que seria o último encontro. Eu quis dizer, quis fazer, quis tanto e pude apenas algumas coisas. O meu limite era antecipado. Eu via o mar, mas mantive a água no joelho. Este mar ainda me inunda; está para me afogar, mas forçosamente, (graças a Deus e a teimosia da própria vida) estou aprendendo a nadar e prestes a alcançar o barco.

- Débora Paixão

4 comentários:

Patricia Thomaz disse...

uma luta diária.Construindo um novo futuro.
bjo.

Mateus Borba disse...

Tudo cada vez mais lindo.

Paixão disse...

Era para estar Mateus, mas na verdade não está! rs

beijo

Mateus Borba disse...

Tudo o que você escreve está cada vez mais bonito. E, pelo outro lado, você está "aprendendo a nadar e prestes a alcançar o barco". Que seja de felicidade.


Beijão.